NAS PEGADAS DO MESTRE JESUS
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    Farisaísmo evangélico; uma abordagem dos usos e costumes no meio evangélico.

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    Farisaísmo evangélico; uma abordagem dos usos e costumes no meio evangélico. Empty Farisaísmo evangélico; uma abordagem dos usos e costumes no meio evangélico.

    Mensagem por Lourival soldado cristão em 14th Janeiro 2012, 10:00 am

    Departamento de ensino

    Estudo bíblico
    Tema: Farisaísmo
    Título: Farisaísmo evangélico; uma abordagem dos usos e costumes no meio evangélico.

    Aula nº 7
    Assunto: Distorções doutrinárias parte III

    VII- O ensino errado sobre o cabelo das mulheres
    Certa vez ouvi um “tristemunho” (testemunho que é uma tristeza)...
    O falso testemunho era o seguinte: Certo irmão afirmava veementemente que fora “arrebatado” ao inferno e que viu Satanás e os demônios que, segundo ele afirmava, espetavam as irmãs com um grande tridente (garfo de três pontas) e as obrigava a engolir “bolos” de cabelo que haviam cortado. Neste mesmo inferno ele viu armários com gavetas onde se encontravam tesouras que as irmãs usavam para aparar as pontinhas da franja. O pior de tudo é que este testemunho era divulgado e vendido em forma de discos, gerando uma boa grana para o santarrão.
    É óbvio que Satanás, quando for lançado no inferno, não ficará naquele lugar para se divertir fazendo o que ele mais gosta, certamente ele não atormentará ninguém, pois ele também será atormentado de dia e de noite. Vale lembrar ainda que no inferno ninguém foi ainda lançado e que coisas matérias deste mundo, tais como armários e tesouras, não podem estar no inferno. Este corpo também não pode entrar no céu e, por conseguinte, o corpo de quem for condenado também será adaptado para a morte eterna. Se o Diabo e seus anjos fossem para um lugar onde poderiam para sempre perturbar e maltratar as pessoas, isso seria um presente para ele e não uma punição! Vemos, portanto, muitas discrepâncias neste “tristemunho” contado acima, além da heresia de que um corte de cabelo leva a mulher crente para a perdição!
    Como esta acima descrita, existem muitas outras fábulas contadas por aí nos púlpitos das igrejas, das quais não poucas, para minha infelicidade, ouvi quando ainda novo convertido.
    Diversas irmãs estão sendo oprimidas por causa da questão do cabelo ao longo dos anos. Durante muito tempo vem sendo ensinado às irmãs que elas não podem cortar os cabelos, pois se fizerem isso, certamente perderão a salvação!
    É sobre o ensino errado de que as mulheres cristãs não podem cortar o cabelo que vamos nos deter nesta aula.

    VII.1) - Distorcendo I Co 11. 1-16
    Toda distorção precisa de um suposto argumento e, no caso que estamos estudando, os fariseus modernos conseguiram achá-lo na Bíblia.
    Obs. Existem pessoas que acham respaldo para qualquer besteira na Bíblia, basta distorcer o seu texto e tirá-lo do contexto.
    O texto predileto (aliás, o único), usado para argumentar que as mulheres não podem cortar o cabelo, supostamente encontra-se na Primeira Epístola de Paulo aos Coríntios, capítulo 11, do versículo 1 ao 16.
    Segundo afirmam, este texto ensina que a mulher não deve cortar o cabelo. Dizem que o cabelo crescido é sinal de poder (I Co 11.10), ou seja, quanto maior o cabelo, mais fogo!
    Vemos que o argumento é pobre e desconsidera todas as regras de interpretação bíblica e despreza o contexto da Palavra.
    Vejamos a seguir o que realmente o texto acima descrito quer ensinar.

    VII.2) – A submissão da mulher em I Co 11. 1-16
    Para que possamos interpretar corretamente um texto bíblico devemos levar em conta todas as regras da hermenêutica bíblica.
    O que Paulo queria ensinar? Ele mesmo afirma no versículo três, o que vai tratar a partir de agora.
    Paulo neste texto quer ensinar sobre o princípio de autoridade e submissão, mas precisamente a submissão da mulher em relação ao seu marido.
    Paulo diz: “Quero, entretanto, que saibais...”; o que Paulo queria que os Coríntios soubessem? A hierarquia: Deus > Cristo > Homem > Mulher.
    A Palavra cabeça aqui é símbolo de autoridade e primazia, portanto: Deus é o Cabeça de Cristo; Cristo o cabeça do homem e o homem o cabeça da mulher!
    Precisamos estar atentos com o uso da palavra “cabeça”, pois ela poderá estar se referindo em alguns momentos a autoridade ou em outros a cabeça (parte do corpo humano).
    Para continuarmos a meditar no texto precisamos nos firmar no princípio descrito acima; logo, grave bem: Paulo deseja ensinar sobre a submissão da mulher em relação ao seu próprio marido. É necessário ainda conhecermos o contexto que envolve este texto.
    Continuemos então...
    A questão é que a insubmissão em Corinto a prostituição feminina e a insubimissão tinham um grande incentivo na influência do culto pagão no templo de Afrodite.

    VII. 2 A)- O contexto histórico, geográfico e cultural que envolvem o texto.
    Corinto era uma cidade portuária muito movimentada e localizada em um ponto bastante estratégico. Recebia gente de todos os lugares do império romano que iam até lá por causa do esporte; comércio e do culto à deusa da fertilidade.
    Toda cidade grande e portuária, por si só, já é movimentada e tende a libertinagem, entretanto, Corinto tinha um ponto a mais para propagar a promiscuidade: O templo da deusa da fertilidade. Neste templo existiam prostitutas; servas da deusa que trabalhavam dentro do templo.
    Os povos antigos cultuavam vários deuses e dentre estes, um dos cultos mais famosos eram em honra aos deuses da fertilidade. A boa colheita, a reprodução dos rebanhos ou a fertilidade de um casal; tudo isso e muito mais, era atribuído à deusa da fertilidade. Quando a semente era semeada no solo, ou quando se desejava o sucesso na criação, por exemplo, trazia-se uma oferta de animal ao templo de Afrodite; o que sobrava do sacrifício era vendido no açougue do templo; daí o ensino de Paulo em I Co 8.1-13; 10.14-33 . Entretanto, o culto não ficava somente nisso, os homens tinham relação sexual dentro do templo com as prostitutas (sacerdotisas de Afrodite) acreditando que isto traria “bênçãos” sobre a lavoura ou rebanho. As prostitutas do templo eram marcadas e separadas diante das demais mulheres da sociedade; estas prostitutas andavam com a cabeça rapada! (Ver os monges budistas orientais e as mulheres que rapam a cabeça nos terreiros, por exemplo).
    Vale lembrar ainda que na sociedade oriental da época, o uso do véu marcava a submissão da mulher em relação ao marido, ou da mulher solteira em relação ao seu pai, etc... Tal como em algumas culturas islâmicas e orientais de hoje em dia.
    De posse dessas informações, agora poderemos interpretar corretamente o texto.

    VII.2 B) Analisando I Co 11. 1-16
    Após mostrar o assunto no v. 3 o apóstolo vai discorrer sobre o tema e colocá-lo dentro do contexto da sua época.

    v.4- A primeira palavra traduzida por cabeça neste versículo, se refere a parte do corpo; a segunda palavra traduzida por cabeça neste versículo é símbolo de autoridade superior e submissão, logo, se naquela sociedade um homem orasse com a cabeça coberta era um desrespeito para com o Senhor por causa do costume da época.

    v.5- Do mesmo modo, uma mulher que orasse com a cabeça descoberta desonrava a sua cabeça, ou seja, o seu marido. Imagine um visitante na igreja; o que ele poderia pensar da família cristã? Qual o julgamento que ele teria sobre a reverência e a ordem no culto cristão?
    Nos dias de hoje, o véu na sociedade ocidental cristã, não é símbolo de submissão da mulher, mas temos outros costumes sociais, como, por exemplo, ser falta de respeito um homem entrar na igreja de boné ou chapéu, pois até mesmo diante de um juiz ímpio, este não seria aceito.
    “é como se a tivesse rapada”... Seria considerada uma prostituta; o culto cristão seria confundido com o culto pagão.

    v.6- Se a mulher insistia em não colocar o véu; em não cobrir a sua cabeça em sinal de submissão, então por que não rapar de vez a cabeça como uma sacerdotisa? Mas se isso era uma vergonha, então custava colocar o véu? Note que o problema não estava apenas em rapar de vez o cabelo, mas também em cortar o cabelo curto demais, pois, como iremos ver no v. 15, o cabelo crescido a um ponto que pudesse cobrir a cabeça, substituiria o véu.

    v. 7-9- Nestes versículos o apóstolo mostra o porquê do homem não cobrir a cabeça; ele não estava sujeito a sua mulher e sim a mulher estava sujeita a ele; o homem estava sujeito ao seu Senhor que lhe subordinou toda a criação e, portanto, como cabeça, é o chefe da sua casa, tal como Adão era o representante da criação. Primeiro Deus criou o homem e depois, para que ele não estivesse só, lhe deu uma companheira e adjutora.

    v.10- Por causa do exposto acima, a mulher deveria ser submissa ao marido, e, como sinal disso, deveria usar o véu. Paulo ainda cita o exemplo dos anjos como símbolo de submissão e ordem; se no reino espiritual existe ordem e decência, quanto mais na igreja; e vale lembrar que os anjos muitas vezes presenciam o nosso culto a Deus!

    v.11,12- Pode parecer um tanto machista para algumas mentes carnais o ensino dos versículos anteriores, entretanto, para evitar distorções, Paulo diz que tanto homem como mulher são inter-dependentes!
    Todo homem, exceto Adão, é obvio, nasceu de uma mulher.

    v.13,14- O argumento agora parte para um apelo a consciência individual de cada um e a observação da sociedade em redor. Era estranho um homem com cabelo comprido!

    v.15- Ao contrário, era honroso para a mulher ter cabelo comprido, pois este substituía o uso do véu, mostrando a humildade e submissão da mulher.

    v.16- O costume aqui condenado era o de ser contencioso.

    VII.2 C) Aplicação do texto de I Co 11.1-16 para a igreja de hoje
    1º) O ensino é imutável, logo, a mulher deve ser submissa ao homem. É justamente isto que está em foco!
    2º) Se na sociedade na qual a igreja local estiver houver algum costume que seja sinal da submissão da mulher ao homem; ele deverá ser respeitado. Se, ao contrário, houver alguma prática que seja sinal de prostituição ou insubmissão da mulher, ela deverá ser rejeitada pela igreja local. Lembre-se de que o costume é variável!
    Por exemplo: Se no Brasil, toda mulher que usasse blusa por dentro da calça ou saia fosse prostituta, os pastores deveriam aconselhar às irmãs a não colocarem a blusa por dentro da calça ou da saia para que as mesmas não fossem confundidas com prostitutas. O problema em foco estaria na prostituição e não na blusa.
    3º) Em nossa sociedade não há o costume das mulheres usarem véu na rua. Cortar o cabelo para a sociedade ocidental, não significa insubmissão da mulher, logo, não é proibido às mulheres cristãs o cortar o cabelo. Uma irmã que corta o cabelo, não será confundida com uma prostituta na rua, ou com uma mulher desobediente ao seu marido.
    Aqueles que querem impor um jugo pesado sobre as mulheres com relação ao cabelo, não conhecem a Bíblia; não sabem interpretá-la corretamente; não conhecem hermenêutica e não sabem nada de costume social; são machistas enrustidos, verdadeiros fariseus! Em suas respectivas igrejas locais é que não existe doutrina!
    4º) Na maior parte dos países do oriente médio e dos países islâmicos, é usado o véu pelas mulheres, logo, se formos morar em um destes países, deveremos seguir os seus costumes.
    5º) Conheço não poucas mulheres que se orgulham de seus cabelos mais são rebeldes e insubmissas aos seus maridos, além de “bater de frente” com os seus respectivos pastores, pais, etc...
    6º) Se for para interpretar ao “pé-da-letra”, as mulheres que se orgulham dos seus cabelos enormes, não deveriam prender os mesmos, pois... Cadê o véu?
    Em I Tm 2.9 está escrito: “...não com tranças”; quando olhamos para as irmãs que dizem não poder cortar o cabelo, observamos que 99% se envergonham dos seus cabelos e usam tranças, coques e tiaras para prender os cabelos, que, por sinal, deixam de servir como véu.
    7º) Se, porventura, alguém disser: A Bíblia mudou? Você responderá: É claro que não! O ensino continua, ou seja, a mulher deve ser submissa; a prática continua, ou seja, devemos nos abster de todo costume que nos confunda com os ímpios; o que não podemos aceitar, porem, é que um costume da antiguidade seja colocado como se fosse de hoje; não podemos aceitar que um simples costume seja condição fundamental de salvação quando ele não significa nada para os dias de hoje; isto seria colocar as tradições em igualdade com a Bíblia!
    8º) Quando Jesus veio ao mundo, as mulheres foram libertas do preconceito e do jugo imposto pela sociedade; elas continuam submissas aos seus próprios maridos, entretanto, o machismo do farisaísmo deve ser colocado de lado.

    VII.3)- Conclusão:
    Concluímos que a Bíblia não proíbe as mulheres de cortar o cabelo nos dias de hoje e que o texto de I Co 11.1-16 trata da submissão da mulher e não está em foco o cabelo. Vimos ainda que em nenhum outro texto está proibido o corte de cabelo para as mulheres e nem tão pouco está escrito o contrário, ou seja, que as mulheres devam deixar o cabelo crescer.
    http://www.igrejasementedavida.com.br/docs/farisaismo/aula07.html
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