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Desabafo católico ....Denominações protestantes: você sabe quando?

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Desabafo católico ....Denominações protestantes: você sabe quando?

Mensagem por Lourival soldado cristão em 15th Maio 2012, 11:33 am

Dom Estevão Bettencourt



É de crer que, se os cristãos conhecessem melhor a história das
denominações protestantes, não adeririam tão facilmente a elas ou as
deixariam sem demora, porque perceberiam que são obras de homens que se
opõem à intenção de Jesus Cristo; principalmente os católicos não se
tornariam protestantes, pois, assim procedendo, abandonam a única Igreja
fundada por Jesus Cristo para aderir a comunidades fundadas por homens,
quinze ou mais séculos após Jesus.



Será a mesma coisa seguir Jesus Cristo e seguir um "profeta" do século XVI ou XVII?



Precisamos, para facilitar aos cristãos a tomada de consciência do hiato
histórico que intercede entre Jesus Cristo e as denominações
protestantes, publicar a tabela seguinte:



Denominação Fundador Data/Local



Católica Jesus Cristo 30 - Palestina



Luterana Martinho Lutero 1517 - Alemanha



Episcopal (Anglicana) rei Henrique VIII 1534 - Inglaterra



Reformada (Calvinista) João Calvino 1541 - Suiça



Menonita Meano Simons 1550 - Holanda



Presbiteriana John Knox 1567 - Escócia



Congregacional Robert Browee 1580 - Inglaterra



Batista John Smith 1604 - Holanda



Quacker John Fox 1649 - EUA



Metodista John Wesley 1739 - Inglaterra



Mórmon Joseph Smith 1830 - EUA



Adventista Willian Miller 1831 - EUA



Exército da Salvação Willian/ Catarina Booth 1885 - Inglaterra



Ciência Cristã Mary Backer 1675 - EUA



Pentecostais Charles Parham e discípulos 1900 - EUA



Testemunhas de Jeová Charles Taze Russell 1916 - EUA



Amigos do Homem Alexandre Freytag 1920 - Suiça



Universal do Reino de Deus Edir Macedo Bezerra 1977 - Brasil



Observações



1. A tabela, ainda que não seja exaustiva, mostra como as denominações
protestantes que hoje em dia fazem adeptos no Brasil, estão distantes de
Jesus Cristo na linha da história. Antes do século XVI não se falava de
Confissão Luterana; antes do século XX não se falava de Assembléia de
Deus, Comunidade "Nova Vida", Igreja Socorrista", etc. Não foi Jesus
Cristo quem deu origem a tais organizações, mas foram pastores humanos,
dos quais alguns disseram ter recebido revelações mais recentes do que
as de Jesus Cristo; tal é o caso de Joseph Smith (Mórmons), Charles Taze
Russell e Rutherford (Testemunhas de Jeová), Alexandre Freytag (Amigos
do Homem)... Quanto mais recente é a denominação protestante, mais tende
a trocar o Novo Testamento pelo Antigo, chamando Deus pelo nome de
Jeová, negando a Divindade de Cristo e a SS. Trindade, observando o
sábado em lugar do domingo, etc.



2. Na raiz de todo este esfacelamento do Cristianismo está o princípio,
estipulado por Lutero, segundo o qual a Bíblia deve ser interpretada por
cada leitor em "livre exam"; o que quer dizer: cada qual sente e
entende a Bíblia como bem lhe pareça; em conseqüência, tira as
conclusões que julga adequadas, sem orientação da Igreja. É
compreensível que tal princípio, coerentemente aplicado, tenha levado e
leve o Protestantismo a se autodestruir cada vez mais, dividindo-se e
subdividindo-se em comunidades, das quais as posteriores pretendem
sempre reformar as anteriores e são reformadas pelas subseqüentes. Os
membros de tais comunidades reformadas seguem tão somente o alvitre
subjetivo e imaginoso de um "profeta", e não mais a Palavra de Jesus
Cristo como tal. Este fundou uma só Igreja, que Ele confiou a Pedro,
dando-lhe garantia de sua assistência infalível até a consumação dos
séculos.



3. Talvez, porém, alguém objete que a Igreja fundada por Cristo não tem
suas falhas e não necessita de purificação e renovação? É certo que,
onde existem seres humanos (e na Igreja eles existem), existe a
fragilidade; esta, sem dúvida, exige purificação. Todavia a purificação
da Igreja há de se fazer sem ruptura com o passado, sem perda de contato
com a linhagem apostólica e a fonte "Jesus Cristo". Qualquer quebra
nessa linha é mortal, pois faz da nova comunidade uma obra meramente
humana, separada do seu manancial autêntico; a tal comunidade já não se
aplica a Palavra, de Cristo, em Mt 28,18-20: "Estou convosco todos os
dias até a consumação dos séculos". A própria Igreja de Cristo, a Igreja
Católica, sabe tirar do bojo da sua vitalidade o remédio aos males
morais que acometem seus filhos; a Igreja é a Mãe solícita de curar as
chagas que os seus filhos lhe infligem à revelia da própria Mãe. Na
verdade, o católico peca, porque se afasta dos ensinamentos e da vida da
Igreja.



4. Aliás, a razão pela qual não se pode conceber Reforma da Igreja
fundada por Cristo (mas apenas reformas em setores disciplinares da
mesma), é o próprio conceito de Igreja. Esta não é uma República (como
afirmavam reformadores do século XVI), nem é uma sociedade meramente
humana, mas é o sacramento que continua o mistério da Encarnação; é
Jesus Cristo prolongado em seu corpo através dos séculos - o que
significa que, por debaixo da veste humana e defectível que os homens
dão à Igreja, existe o próprio Cristo presente com sua autoridade, e
indefectibilidade; esta presença atuante de Cristo garante a todos
quantos se chegam a Ele na Igreja, a santificação e a vida eterna; é Ele
quem batiza, é Ele quem consagra o pão e o vinho, é Ele quem absolve os
pecados. Consciente dessa presença indefectível de Cristo na Igreja,
podia São Paulo dizer que "Cristo amou a Igreja e se entregou por ela...
para apresentar a si mesmo a Igreja gloriosa sem manchas nem rugas ou
coisa semelhante, mas santa e irrepreensível" (Ef 5,25-27). Com efeito, a
Igreja é santa não por causa da oscilante santidade dos homens que a
integram, mas por causa da presença do Santo de Deus ou de Cristo que
nela se encontra. Por isso não toca a homem algum refazer a Igreja ou
recomeçá-la, mas compete-lhe apenas zelar para que a face externa da
Esposa de Cristo seja purificada das falhas que os homens lhe impõem.



Refletindo sobre estas verdades, os fiéis católicos hão de se recordar
das palavras do Apóstolo São Paulo, que hoje parecem mais oportunas
ainda do que nos tempos da Igreja nascente:



"Rogo-vos, irmãos, que estejais alertas contra os que causam divisões e
escândalos contrários à doutrina que aprendestes; afastai-vos deles" (Rm
16,17).



"Alcancemos todos nós a unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho
de Deus, o estado de Homem Perfeito, a medida da estatura da plenitude
de Cristo. Assim não seremos mais crianças, joguetes das ondas, agitados
por todo vento de doutrina, presos pela artimanha dos homens e da sua
astúcia, que nos induz em erro" (Ef 4,13s).




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Re: Desabafo católico ....Denominações protestantes: você sabe quando?

Mensagem por RENATO em 15th Maio 2012, 12:04 pm

Realmente Jesus Cristo veio trazer a Graça de Deus para os homens e assim fundou a sua igreja na terra, porem o diabo usando de suas artimanhas, criou esse monte de instituições religiosas, que vemos por ai. Na verdade essas instituições se colocam no lugar de Cristo, pois pregam e ensinam que as pessoas só poderão alcançar a salvação, seguindo os seus dogmas e doutrinas religiosas, o que na verdade é um engano. Assim a finalidade delas é dividir o corpo de Cristo que é a reunião dos salvos por crerem e aceitarem a Jesus Cristo como seu único e suficiente salvador.

Na religião a cabeça é a liderança humana. Na Graça de Deus a cabeça é Cristo Jesus.
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