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Cálice único na Santa Ceia - Estudo de um ccbeiano

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Cálice único na Santa Ceia - Estudo de um ccbeiano Empty Cálice único na Santa Ceia - Estudo de um ccbeiano

Mensagem por Lourival soldado cristão em 25th Fevereiro 2012, 5:02 pm

Cálice único na Santa Ceia - Estudo de um ccbeiano Banner%2Bblog%2Bdo%2Bmario2





Cálice único na Santa Ceia - Estudo de um ccbeiano





Erros de gramática cometidos por:
Mario


..
Domingo, Fevereiro 15, 2009


52
comentários




Cálice único na Santa Ceia - Estudo de um ccbeiano Calice
algum tempo a questão do cálice único na Santa Ceia tem alimentado
discussões entre os irmãos pró e contra a utilização do cálice único
durante o sacramento.



Essa discussão
torna-se mais problemática e calorosa quando o assunto é discutido
entre membros de diferentes denominações, visto que cada denominação faz
como bem entende.
.
Antes
de mais nada, é importante compreendermos o real significado da Santa
Ceia, assim entenderemos que qualquer forma de distribuição do pão e do
vinho, desde que seja executada de forma respeitosa, é valida.

.
A Santa Ceia, um sacramento instituído por Jesus Cristo na noite em que Ele e os apóstolos observavam a Páscoa judaica (Lucas 22:19), festa a qual Jesus atribuiu novo significado.
.
A Ceia do Senhor firmou uma Nova Aliança entre Deus e os homens (Lucas 22:20),
a santa ceia é algo que fazemos em memória de Cristo por determinação
do próprio Mestre, neste santo serviço come-se um alimento material que
simboliza o corpo e tomamos uma bebida material que simboliza o sangue
de Jesus Cristo que verteu na cruz do Calvário para perdão dos pecados
de toda a humanidade.

.
Portanto, os símbolos do CORPO e SANGUE de Cristo estão contidos nos alimentos (pão e vinho), e não no cálice ou bandeja que são usados para servi-los, como muitos defendem.
.
Apesar das
recomendações sanitárias, alguns cristãos preferem manter a tradição do
Cálice único por atribuírem a ele simbolismo, alguns afirmam
o cálice representa a unidade do corpo de Cristo – a Igreja - e porque o
próprio Jesus Cristo pode ter utilizado um único cálice na Ceia, já
outros citam Lucas 22:17 e interpretam
que o fato de Jesus recomendar que os apóstolos repartissem o conteúdo
do cálice entre eles dá a entender que orava-se sobre um único cálice
que depois era repartido em vários cálices.

..
A Santa Ceia é um sacramento instituído por Jesus, mas sua administração
envolve formas e aspectos exteriores que são definidos pela tradição ou
instituição humana, exemplos:
.
- Tipo de pão: branco, preto, azimo;
.
- Forma do pão: inteiro, pedaços, hóstia;
.
- Tipo de bebida: suco de uva, vinho tinto/ rose, suave/seco;
.
- Forma de distribuição: cálice único ou individual;
.
- Recepção: ajoelhados ou em pé;
.
- Freqüência: diário, semanal, mensal ou anual.
.
Qualquer
denominação cristã é livre para decidir-se sobre a forma de realização
de sua Santa Ceia, tem liberdade cristã e também liberdade legal
(Artigo 5º da Constituição Federal), e pode ou não considerar os risco
de transmissão de doenças infecto-contagiosas que podem ser disseminadas
pelo uso do cálice único.

.
Da
mesma forma os fiéis também podem manifestar-se sobre o assunto em sua
liberdade cristã e liberdade legal, que é assegurada pelo mesmo Art. 5º
da constituição federal, que assegura a liberdade de consciência e
expressão.


.
Objetivo do estudo
Apresentar
informações sobre os aspectos envolvidos no compartilhamento do cálice
em uma santa ceia, apresentar informações que podem ser úteis às
denominações que passam pela reflexão sobre a substituição do cálice
único pelo cálice individual.


Importante
Devido o compromisso com a verdade e imparcialidade,
serão apresentadas informações científicas que contradizem alguns mitos
existentes a cerca do assunto, o que certamente poderá conflitar com as
crenças de alguns leitores.


Que fique
registrado aqui, que o objetivo não é criticar denominação “A” ou “B”,
muito menos pregar superioridade religiosa de instituições e suas
respectivas liturgias, como já explicitado acima a constituição em seu
artigo 5° assegura o direito as diferenças, ou seja, as instituições não
são melhores e nem piores por fazer assim ou assado, apenas são
diferentes, pois, gozam do seu direito e liberdade de serem diferentes.


Afinal pode o cálice único transmitir doenças???
A
forma de como é efetuada a distribuição do pão e do vinho durante uma
Santa Ceia foi instituída pelos primeiros crentes, não cabe a ciência
dizer se a forma está certa ou errada, porém, com os avanços do
conhecimento científico, principalmente da microbiologia, é possível dar
um parecer sobre infecções que podem ser adquiridas através da via oral
pelo compartilhamento do mesmo cálice entre os fiéis.


Pasteur foi um cientista
francês que contribuiu enormemente com pesquisas nas áreas da química e
medicina, principalmente, quanto ao estudo dos microorganismos, tanto é
que um dos mais importantes processos industriais de
assepsia/esterilização deriva de seu próprio nome: Pasteurização – um
processo que na época foi desenvolvido sob encomenda para produtores de
vinho, cerveja e leite que sofriam com a deterioração de seus produtos
por causa da ação de microorganismos invisíveis. O processo de
pasteurização do leite consiste em aquecer o leite a temperatura de 62ºC
durante 30 minutos, e tem por objetivo eliminar
os micro-organismos patogênicos (que causam doenças), deixando vivos
apenas os microorganismos que não causam danos a saúde humana. Existem
inúmeros processos de eliminação de microorganismos, porém, não cabe
listar todos aqui, pois, tornará o texto cansativo.


É importante lembrar que em 1885, a
descoberta da relação entre micro-organismos e doenças permitiu que
fossem desenvolvidas técnicas de assepsia de materiais cirúrgicos, com
isso, reduziu-se significativamente o numero de mortos por conta de
infecções contraídas nos hospitais e/ou atendimento médico domiciliar
com instrumentos contaminados por micro-organismos.

Os
religiosos das denominações que adotam cálice único alegam tomar alguns
cuidados para que não haja contagio de doenças pelo compartilhamento do
cálice durante a Santa Ceia. Não seria honesto de minha parte deixar de
informar ao leitor deste artigo que no mundo todo, nos milhares de
livros que registram os estudos sobre método de assepsia/esterilização e
também estudos sobre prevenção de doenças contagiosas, não existe
menção aos métodos adotados pelos religiosos para diminuir os riscos de
se contrair doenças pelo compartilhamento do cálice.


Vejamos alguns métodos comumente
adotados pela maior parte das denominações cristãs que adotam o cálice
único na santa ceia. São eles:
.
1) A limpeza do cálice com um pano: o
simples esfregar de pano não é suficiente para
eliminar micro-organismos presentes no cálice. O pano quando friccionado
de um lado para o outro, acaba contribuindo para que o espalhamento e
mistura da saliva dos participantes, portanto, com uma área de contato
maior, maior é a possibilidade de se ter contato com a saliva de
terceiros. A ineficiência deste método pode ser comprovada por uma
experiência simples, quando for tomar uma injeção antes dela ser
aplicada peça ao enfermeiro que limpe a agulha com um pano e aguarde
para ver o que acontece.
.
2) O álcool presente no vinho mata os micróbios causadores de doenças: a
concentração de álcool presente no vinho não é suficiente para
eliminar micro-organismos, isso é facilmente comprovado observando que o
vinho em contato com o ar azeda (vira vinagre), isso só acontece porque
o teor alcoólico não é suficiente para matar os micro-organismos
que convertem o vinho em vinagre (ácido acético). O álcool só tem poder
desinfetante a concentração de 70%, a concentração de álcool presente no
vinho vária entre 17 e 21%, portanto a concentração alcoólica do vinho é
cerca de três a quatro vezes menor que a necessária para
eliminar micro-organismos, inclusive, aqueles que causam doenças.
.
3) O cálice ser de prata: cientificamente
não há nada que comprove o poder asséptico da prata, tanto é que os
instrumentos dos dentistas, que são confeccionados em prata e mesmo
assim necessitam serem esterilizados antes do uso. A esterilização
desses materiais se dá em condições mais rigorosas que a pasteurização
(62º C/ 30 min.), de acordo com o instrumento a ser esterilizado a
temperatura fica entre 121ºC e 134ºC sob alta pressão.
.
4) A saliva mata os germes: a
saliva não mata os germes, se esta afirmação fosse verdadeira não
haveria ocorrência de cárie, gengivite e outras doenças bucais.

5) O vinho seco é uma determinação sanitária:
conforme vimos no item 2 a concentração alcoólica dos vinhos varia em
torno de 17 a 21%, portanto, nenhum dos tipos de vinho comercializados,
no mundo, possuem o poder de eliminar micro-organismos causadores de
doenças.


O que diz a Anvisa?
A ANVISA
(Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomenda que as denominações
cristãs utilizem cálice individual, porém, em respeito ao artigo 5° da
constituição federal brasileira, no tocante ao direito e proteção ao
culto e liturgia, o órgão não intervém na pratica do compartilhamento do
cálice adotado por algumas denominações religiosas. Porém, se houver
uma denuncia formal ao Ministério Público, onde haja alegação de que
doenças foram contraídas em evento religioso pelo compartilhamento do
cálice, o juiz/Anvisa podem determinar a obrigatoriedade da adoção do
cálice individual, pois, o direito ao culto não sobrepõe o direito a
vida, e o compartilhamento do cálice é reconhecidamente pela ciência e
órgãos sanitários como uma situação de alto risco e uma pratica abaixo
dos padrões sanitários.



Esse tipo de decisão
judicial (similaridade de jurisprudência) é bastante freqüente no caso
das Testemunhas de Jeová que se recusam a autorizar a transfusão de
sangue durante um tratamento médico, ou seja, o Estado legisla e
determina que a o direito a religião não é superior ao direito a vida.




Quais doenças posso pegar compartilhando o cálice?
É enorme a
lista com todas as doenças que podem ser contraídas em uma Santa Ceia
onde o cálice é compartilhado por todos os membros, uma porque existe
infinito numero de micro-organismos já
catalogados pelo homem, e outra porque existe uma infinita quantidade
que ainda são desconhecidos. Vamos apresentar as enfermidades mais
comuns, ou seja, as que mais se manifestam, e que com certeza você
leitor já teve ou ouviu falar de alguém que teve algumas dessas
enfermidades, são elas: Amigdalite,
pneumonia, faringite, bronquite, escarlatina, febre reumática,
meningite, tuberculose, hanseníase, endocardite, gripe, hepatite viral,
caxumba, sarampo, rubéola, herpes labial, micoses, sífilis, chagas,
entre outras.
.
É
importante lembrar que uma doença só é transmitida para outra pessoa
caso a pessoa contagiada seja suscetível a doença, e que algumas
enfermidades podem não apresentar sintomas.
.
Algumas denominações no
inicio da Santa Ceia pedem aos que os que são portadores de doenças
infecto contagiosas sejam os últimos a tomá-la, mas, existem doenças que
não apresentam sintomas e, por isso, muitos nem sabem que são
portadores de enfermidades contagiosas, outros podem ter vergonha de
assumir publicamente que é portador de uma doença infecto contagiosa.



Para pensar: E quando houver mais que um membro portador de doença infecto-contagiosa, como a instituição procederá???


Conclusão como cristão
A Santa Ceia é um
sacramento instituído e recomendado por Jesus Cristo, a substituição do
cálice compartilhado por cálices individuais necessita de uma profunda
reflexão do ministério, pois, não envolve somente os símbolos de um
evento religioso, mas a crença de todo o rebanho em um conceito já
difundido e aceito.

Ao cálice confere-se
grande valor simbólico numa Santa Ceia, mas ele é algo totalmente
secundário e biblicamente não é atribuído a ele nenhum significado, os
únicos símbolos da Santa Ceia são o pão e o vinho, representando
respectivamente o corpo e o sangue de Cristo, por isso, entendo que a
adoção de cálice individual em substituição do cálice único não provoca
prejuízos espirituais a quem dele se usar, não acarreta prejuízos aos
símbolos da Santa Ceia, não fere a doutrina bíblica e não representa
ameaça a unidade da igreja. Para mim, este último argumento em minha
opinião nem pode ser usado, uma vez que, membros de diferentes
denominações muitas vezes nem se consideram como irmãos, o corpo de
Cristo é um só, negar o “parentesco” por pertencer a denominações
diferentes é como se já partíssemos o corpo de Jesus Cristo, é desprezar
a unidade da Igreja de Cristo – que não é composta de paredes, mas dos
crentes em Cristo Jesus.

O uso do cálice único não é
superior ao uso de cálice individual e vice-versa, o importante é que o
cristão que se achegue a mesa da santa ceia esteja consciente de que é
um momento especial de comunhão intima com para com Deus e também os
irmãos que comungam os mesmos valores e crenças.

Deus é poderoso para nos
guardar de todo mal, mas aquilo que está ao nosso alcance é nossa
obrigação fazer, Jesus quando tentado pelo diabo podia lançar-se do alto
do pináculo na certeza de ser segurado pelos anjos, mas não tentou a
Deus.


....
Conclusão como químico
O risco de contrair
doenças pelo compartilhamento do cálice é real, e certamente acontece,
porém, algumas doenças são consideradas tão simples, que geralmente os
infectados não a correlacionam com a Santa Ceia, porém, existem doenças
mais complexas, que se não forem diagnosticadas precocemente podem
evoluir, causar seqüelas e até mesmo levar ao óbito.

Conhecer todos os riscos e
ignorá-los é uma atitude irresponsável, de nada adianta os governos
adotarem programas que visem a eliminação dos riscos a doenças, se
instituições/cidadãos conscientes voluntariamente se expõem as praticas
sanitárias abaixo do padrão que lhes oferecem riscos.
Existe
uma forma de manter o uso do cálice único na santa ceia de forma que
represente menos riscos para os fiéis, basta que os membros da
instituição em questão não tenham contato com o cálice, ou seja, um
pedaço de pão deve ser embebido no vinho pelo ministro e então de ser
entregue ao fiel, deste modo não há contato com a saliva alheia e o fiel
recebe o pão e o vinho (servido no mesmo cálice), ainda assim, não é a
situação ideal, pois, o contato do ministro com o pão e o vinho servido é
inevitável e se o ministro estiver enfermo e não higienizar
corretamente as mãos, pode transmitir doenças aos demais. A situação
ideal seria se ao invés do cálice compartilhado fosse adotado cálices
individuais.
É
importante salientar que na época de Jesus a santa ceia era realizada
com um numero reduzido de pessoas, Jesus apesar de ser seguido por uma
grande multidão tinha somente 12 apóstolos, e provavelmente se assentava
a mesa somente como os 12 e as pessoas mais próximas que sempre o
acompanhava, hoje dependendo da igreja este evento pode ter mais que
1000 pessoas ou mais compartilhando o mesmo cálice, por isso, o risco é
muito maior e realmente demanda dos religiosos uma profunda reflexão
sobre a substituição do cálice único ou formas de diminuírem-se os
riscos caso optem pela manutenção do cálice.
Em
tempos de gripe suína, com o governo massivamente recomendando que não
haja compartilhamento de utensílios como copos e talheres, o minímo que
se espera de um ministério responsável, que não quer abrir mão das
tradições, é que suspendam temporariamente a realização da santa ceia
nas regiões onde houvesse contagiados com tal enfermidade.
.

Informações sobre o autor
Este estudo foi elaborado
pelo autor deste blog, um servo de Jesus Cristo, membro da Congregação
Cristã no Brasil, um profissional da área química, reconhecido pelo
Conselho Federal de Química (habilitado pelo Conselho Regional de
Química da 4ª Região).
.
Referencias bibliográficas / Saiba mais


Lourival soldado cristão
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